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29 dezembro 2008


Achei uma pétala
No meio do livro
Que eu tinha
Quando ainda lia você,
Mas sempre que se abrem páginas
onde secaram pétalas,
A brisa acode
Para que esses despedaços
de flores voem vivos
E morram em paz.
E em paz, despedaçados,
Leremos outras folhas
Como se fossem
as de um romance novo
Sem marcas de pétalas secas...

(Autor desconhecido)

Um comentário:

Paula Raposo disse...

E leremos sempre como se fosse um romance novo...beijos.

Quem sou eu

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Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.
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